Pensei não era mais gente, mas descobri que neste peito ainda bate um coração.
descobri que a solidão me trás a sua imagem. Uma saudade que dói.
Descobri que amar, é sentir você, saber que quando toca a música, é chegada a hora.
Acho que esta hora chegou, mas ainda não está aqui.
Gostaria que fosse tudo rápido, sem passar nos olhos, mas não pode.
Temos que sentir cada segundo, cada momento, para dar valor aos bons.
Descobri que este coração está cheio de felicidade, mas também, apertadinho. Sobe na boca toda vez que te imagino.
E dá uma dor no peito, uma saudade absurda.
Descobri que ainda sou gente. Não sou de outro lugar que não ao seu lado, pra sempre.
Lembrei que com o tempo, as emoções passam, mas você, jamais.
sinto o vento cortar minha cara, quebrar meu peito. E dói, como dói.
Sim, chorei. Ao passar as mãos em seus cabelos, mesmo que há quilometros de distancia.
Chorei, ao ver você indo embora.
Chorei, ao saber que está sentindo isso também.
Chorei ao ver seus pelos também pequeno, indo para longe. Coração de pai é que nem manteiga. Se corta com facilidade..
Agora mesmo, estou chorando. De saudades, de lembrar de você acordando e de você puxando minhas meias.
Se pudesse trazer de volta agora, traria. Se pudesse, pegaria nossos panos, juntaria e faria uma coisa só.
Faria tudo que se pode fazer e no final, iria olhar para você com os olhos cheios de lágrima e agradecer, por cada minuto que passa ao meu lado.
Ah, acabei de descobrir que ter coração dói. Mas como é bom ter por quem bater. Bater com toda a força que se pode bater.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
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